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The New Age Newspaper

 

Nzuti - recomended album of 2012

 

The album Ndzuti has been recently recommended album of 2012 by the African Jazz Network.



 

 

Album Ndzuti by Ivan Mazuze indicated as one of the key albums for New Releases 2012 in Norway

 

NEW RELEASES Summer 2012


Before wrapping it up for the summer, Music Information Centre Norway has put together a selection of some of the key Norwegian releases in June and July. We’ve compiled a list of albums that we feel are relevant for international listeners, and highlighted a few of these that really deserve to be checked out.

Album Ndzuti by Ivan Mazuze is one of the listed albums under the World/Folk category.

Click Below for more info:

http://www.listento.no/mic.nsf/doc/art2012062212372891278095

 



 

Ndzuti para os Mocambicanos!

 

Muitas vezes, a miséria humana fecunda-se no facto de pensarmos que é causada pela (in) acção de outrem. No dia em que pararmos para reflectir sobre a nossa atitude em relação ao mundo, provavelmente a nossa vida ganhará (novos e) melhores rumos. No seu mais recente trabalho discográfico, Ndzuti - o mesmo que Sombra -, o célebre etnomusicólogo moçambicano, Ivan Mazuze, transcende a introspecção. Quer saber porquê? Escute o álbum...

 

Além da sombra, geralmente, no sul de Moçambique, a palavra ndzuti é associada à situação da paz assim como do sossego. Foi com esta ideia que, muito recentemente, partimos ao encontro de Ivan Mazuze, um dos mais célebres etnomusicólogos jovens que o país presentemente possui, para travar uma conversa em torno do seu mais recente trabalho discográfico.

 

No entanto, se durante várias vezes, construir o nosso conceito em relação à realidade que nos circunda, assim como sobre os diversos objectos artísticos de que temos falado se revelou estratégico, desta vez a proeza não se repetiu.

É que, de acordo com o seu autor, os propósitos que instigaram à criação do álbum Ndzuti não têm, necessariamente, muita relação com o anseio ao sossego nem à paz - ainda que as suas músicas confiram a quem as escuta esta sensação. O trabalho discográfico revela uma relação intrínseca com o seu criador. Com a sua sombra, a sua essência, aquilo que denomina de segunda identidade. Senão leiamos:

 

“Não cheguei a pensar nos aspectos da paz nem mesmo do sossego mas, sim, na sombra. Por isso, penso que a sombra como nome do álbum é um pormenor psicológico que não difere da minha segunda identidade. A produção do álbum deve-se a uma série de exercícios que tenho realizado, nos últimos três anos, no campo da música para o meu desenvolvimento artístico”, afirma.

 

Aliás, trata-se de uma música que modifica a nossa concepção sobre a arte de musicar. É como se o artista tivesse acatado pormenorizadamente as orientações do célebre escritor português, Fernando Wagner, que - na sua obra sobre Técnica e Teoria Teatral - admoesta: “Na música ou na pintura há uma técnica tão perfeitamente definida, que ninguém ousaria dar um concerto ou exibir um quadro sem anos e anos de estudo e uma carreira dura, difícil e bem programada”.

 

Isso é o que Mazuze, um jovem que se dedica à música há bastante tempo, faz no seu álbum. E fá-lo com método, o que concorre para que em Ndzuti a música seja uma linguagem universal. Uma mensagem, de tal sorte que se chega a ter a impressão de que, a originalidade de algumas músicas é sublimada pela excelente interpretação vocal dos artistas convidados.

 

“Em determinado momento da minha carreira parei de fazer, nas minhas abordagens musicais, análises sobre os trabalhos dos artistas que admiro com o objectivo de desenvolver a minha personalidade artística. Como tal, comecei a realizar uma crítica de maneira contrária, no sentido de que analisei a mim mesmo, como condição para atingir alguma evolução”, afirma acrescentando que “analisei- me como pessoa, mas também como sombra que é o meu próprio reflexo.

Para o efeito, recorri a uma série de equipamentos tecnológicos que me possibilitaram realizar trabalhos, assim como a sua visualização para que eu procedesse a uma análise. É nesta perspectiva que nasceu o álbum Ndzuti”.

 

Não temos essa cultura

O afrocentrismo que se defende em Ndzuti - em termos dos instrumentos musicais mais explorados - glorifica África. De qualquer modo, para quem acompanha a carreira de Ivan Mazuze, com particular destaque para quem possui o seu primeiro trabalho discográfico, Maganga, notará facilmente que as diferenças são mínimas.

Pelo menos é o que o artista defende. Afinal, no seu juízo, “há muita correlação entre Ndzuti e a minha pessoa. Basta reparar que neste álbum faço estudos para atingir um desenvolvimento pessoal. Trata-se de uma introspecção que realizo como um artista”.

 

Introspecção - como decidimos definir a sua auto-análise crítica - pode ser uma palavra pesada ou até mesmo ousada. Mas quando nos vêm à consciência a motivação do nosso interlocutor em relação ao referido exercício, assim como aos eventuais benefícios, no sentido lato da palavra, a vontade de instigar os nossos contemporâneos a seguir o seu exemplo, nos seus diversos campos de acção, é crescente.

 

Muito em particular porque, de acordo com Mazuze, “nós, as pessoas não temos o hábito de parar para nos julgamos a nós mesmos. Sempre temos a tendência de julgar os outros. Ou esperar que os outros nos julguem em função da nossa acção”.

Em certo sentido, “eu procedi de modo completamente contrário. O que significa que com base na minha produção musical faço o meu próprio julgamento. Faço uma análise crítica negativa ou positiva de mim mesmo para perceber o meu percurso”.

 

Exposição à miscigenação cultural

Num outro desenvolvimento, Ivan Mazuze referiu-se à sua carreira associada à sua deslocação à África do Sul bem como em relação a Noruega, onde presentemente vive, para afirmar que uma das grandes diferenças que existe entre os três pontos do mundo é a dimensão da indústria cultural.

Aliás, tais diferenças são notáveis quando se compara quase toda a África Austral com a Noruega. É que, na visão de Ivan, as similaridades que prevalecem entre os países da África Austral derivam da contiguidade espacial, bem como de muitos traços culturais de vivência, como as línguas bantu.

 

No entanto, “quando comparo a Noruega com a África Austral sinto que as diferenças são gritantes. Há uma enorme diferença cultural que se traduz basicamente nas vivências de ambos os povos. A Noruega é um país que se localiza no norte da Europa, nas Ilhas Escandinavas”.

Por isso, “o que tenho analisado, em relação ao consumo da música, entre todas estas audiências, é que elas têm um comportamento diferente. Os elementos considerados fantásticos em Moçambique e/ou na África Austral não serão necessariamente os mesmos no norte da Europa”.

 

Mesmo na Europa, “onde tenho realizado digressões em diversas regiões, nota-se uma série de diferenças entre os públicos. Consequentemente, eu, como artista, estou exposto a inúmeras influências de produtores, criadores de músicas, públicos, e estilos de música com que tenho interagido. Isso reflecte-se no meu trabalho”.

Em resultado disso, as diferenças das culturas influenciam o artista na sua maneira de compor e/ ou de tratar a música. Ndzuti pode, por assim dizer, ser considerado um trabalho discográfico em que se sintetiza tal miscigenação artístico-cultural. Afinal, foi totalmente produzido na Noruega, tendo artistas europeus, outros africanos e, precisamente, moçambicanos.

 

Entretanto, no seu Caderno Cultural publicado na semana passada, o Jornal Notícias considera que Ivan Mazuze “leva-nos a uma viagem virtual através dos seus característicos sopros, cuja flauta, saxofone, tenor e soprano revelam os conceitos musicais do autor”. Associando-se a isso, perguntámos a Ivan se havia um aspecto peculiar da sua vida reflectido em Ndzuti.

O artista engendrou uma resposta afirmativa, esclarecendo que a música Ndzuti, por exemplo, que constitui o título do álbum, é baseada na vivência e/ou na experiência que teve na altura em que era estudante na Escola de Nacional de Música em Moçambique.

 

“Recordo-me de que o meu primeiro concerto internacional, como estudante de música, foi realizado em Joanesburgo, onde ia participar numa conferência de música. Ainda tenho em mente que na referida conferência havia uma orquestra de instrumentos de percussão tradicional africana. Naquele momento fiquei interessado em desenvolver um trabalho em que pudesse aplicar tais instrumentos. Ou seja, desde sempre quis incorporar aquele material na minha música ou desenvolver um trabalho que me possibilitasse uma expressão no seio daquele conceito de percussão”.

Por isso o álbum Ndzuti é, em grande parte, uma orquestra de percussão africana que inclui instrumentos contemporâneos como o saxofone, a flauta, o tenor e vozes.

 

Não somos um espaço cosmopolita

Entretanto, se a experiência de regressar à “Pátria Amada” e, independentemente dos seus propósitos, receber um acolhimento caloroso de familiares, amigos e comunicação social - que considera estar-se a tornar cada vez mais vibrante -, para Mazuze, o nosso país ainda está muito longe de se tornar um espaço cosmopolita. Pelo menos na área das artes.

 

“Infelizmente não temos muitos artistas em Moçambique que não sejam moçambicanos. Ou seja, artistas que estejam por algum tempo a trabalhar no país nas mais diversas áreas artísticas. Então quando se fala do cosmopolitismo, em relação à cidade de Maputo, penso que é muito complicado argumentar porque não existem muitos artistas dos outros países a operar nela”.

 

Se existem, então, “são docentes que trabalham nas escolas de arte, como, por exemplo, na Escola de Comunicação e Arte e no Instituto Superior de Artes e Culturas. No entanto, muitas vezes as suas actividades limitam-se à docência.

Não transcendem para a indústria musical moçambicana. Por esta razão, o país ainda não possui uma dinâmica forte na indústria musical como a que se pode notar em países europeus - como França, Itália, Portugal, Inglaterra, etc., onde as migrações de artistas de todo o mundo são características”.

 

No campo das artes, “a Europa abriu- -se para o cruzamento de pessoas vindas de África e de outras partes do mundo, o que nós, em Moçambique, não temos. Essa miscigenação é importante na medida em que possibilita a partilha do conhecimento cultural que o artista detém assim como para aprender das experiências alheias”.

De qualquer modo, “devo referir que sou muito grato a Moçambique, sobretudo no campo da comunicação social, porque sempre que tenho vindo sou bem acolhido. Os moçambicanos são atentos e estão sempre abertos a ouvir se há algo de novo em relação aos meus trabalhos, como para ajudar a tornar tal informação pública e publicada. Então, nesse sentido, é sempre positivo voltar a casa, sentir que a nossa imprensa está vibrante”.

 

Primeiros concertos na Europa

Ndzuti é um disco que existe há menos de um mês, o qual pode ser adquirido por qualquer pessoa interessada em Maputo. A sua distribuição comercial teve início nos países escandinavos - na Europa - através da editora Etnisk Musikklubb, a entidade responsável pela produção, divulgação e promoção do mesmo.

Moçambique é o primeiro país africano que recebeu os primeiros exemplares do disco. No entanto, no primeiro semestre do ano em curso, não será possível a realização de concertos para a apresentação, divulgação e promoção do álbum no país. Razões de natureza logística e organizacional definidas pela Etnisk Musikklubb como não sendo estratégicas para que tal aconteça, agora, estão na origem da situação.

 

De uma ou de outra forma, Ivan Mazuze irá inaugurar uma digressão pela Europa a partir de Abril que se aproxima. O que significa que os seus concertos podem ser demandados naquela região do mundo. A série oficial de concertos arranca no dia 12, na cidade de Oslo, em Noruega, e será alargada a todo o país.

Além de alguns locais noruegueses nunca antes visitados por Mazuze, a apresentação das 11 faixas que compõem o álbum Ndzuti será realizada em países como Dinamarca e Suécia, em uma actividade que irá durar dois meses. Só depois é que o artista e a sua banda realizarão espectáculos em Maputo.

 

O álbum

De acordo com o seu mentor, o álbum Ndzuti reflecte as experiências e o percurso artístico por si realizado nos últimos dois anos na Noruega, incluindo a sua relação com alguns músicos internacionais com quem tem trabalhado. O disco conta com a participação de artistas noruegueses que compõem a banda de Ivan Mazuze, bem como de alguns moçambicanos que residem na Europa como, por exemplo, Deodato Siquir e Isildo Novela.

 

O pianista cubano Omar Sossa, que conheceu Mazuze no contexto de um festival internacional de música denominado African History Week, realizado em Noruega, é um dos convidados especiais que participa em Ndzuti. Outra figura não menos importante na cena da música africana é o percussionista maliano Sidiki Camara, assim como a baixista costa-marfinense, Manou Gallo, que se está a tornar uma verdadeira revelação do jazz africano na Europa.

 

Por outro lado, é mestre mencionar o nome do conceituado compositor e intérprete moçambicano Deodato Siquir, radicado na Suécia, assim como Isildo Novela que reside na Dinamarca. Portanto, trata-se de artistas moçambicanos que engrandecem a música do nosso país através do seu trabalho inquestionável.

Entretanto, quando comparado ao seu primeiro trabalho discográfico, Maganda, Ivan Mazuze esclarece que Ndzuti é um disco em que se privilegiou uma produção sonora mais acústica.

 

Isso equivale a afirmar que prevalece a exploração de um piano acústico que expressa um Jazz ao estilo norueguês, sobretudo porque é executado por um artista daquele país. Explora-se ainda uma percussão tradicional africana que, no álbum, cria uma dinâmica que evidencia as origens e a cultura moçambicanas.

 

Sublimar as origens

Ivan Mazuze é autor de uma tese de mestrado na qual se desenvolve uma discussão sobre “O Significado da Música nos Rituais de Psikwembu no Sul de Moçambique”.

É sobre esse assunto que reconhece que, “escrever aquela tese significou realizar um trabalho que trespassa o meu interesse. Foi uma forma que encontrei para contribuir na literatura académica moçambicana na área da música. Agora quando digo que possui uma componente de interesse pessoal é porque sempre tive claro que, ainda que possamos viajar pelo mundo, é importante regressarmos às nossas origens”.

Afinal, “para que uma se possa identificar - como aquilo que é - precisa de possuir um fundamento. Para mim, tal fundamento é a minha cultura. Recordo-me de que quando era criança fui exposto aos rituais de Xikwembo. Por isso, ainda na academia, a realizar o curso de mestrado em etnomusicologia, conclui que não haveria melhor forma de retribuir às referidas vivências do que desenvolver uma tese sobre o tema”.

 

Escrito por: Inocencio Albino

Quinta 29 de Marco 2012, 17:17, Mozambique

http://www.verdade.co.mz/cultura/26142-ndzuti-para-os-mocambicanos



JungleBugge (by Håkon Ross)

 

 

Bugge Wesseltoft er med åra blir en slags legende innenfor ny, norsk jazz. Han har spilt med enda større legender, som Jan Garbarek, og har gitt ut ei juleplate som selger mer og mer for hver jul, nemlig ”It’s Snowing On My Piano” (1997), ei skive som anbefales i aller høyeste grad. Det er dog ikke snakk om musikk for ”folk flest”, og det meste av hva Bugge har gjort på plate egner seg nok helst for folk med en spesiell interesse for jazz. Men her er greia med Bugge i mine ører, det finnes nemlig to Bugger; vi har dølle Bugge, og vi har fete Bugge, hvor det feteste han gjør er en slags blanding mellom elektro og jazz, såkalt nu-jazz.

Dermed er jeg spent på hva jeg har i vente når jeg trasker opp fra trikken på Torshov til Soria Moria og inn på Cosmopolite. Publikum har blitt lovt en groovy, Afrikansk-inspirert kveld, med Bugge på Hammond B3 (det vil altså si et fett elektrisk orgel), band og masse med gjesteartister. Jeg går i baren, kjøper en øl og vender huet mot hva som skjer på scena. Jeg har akkurat kommet tidsnok til å se Ivan Mazuze Group, kveldens andre oppvarmingsband. Det er god stemning i salen, og Ivan Mazuze er dyktig som få. Mazuze er en mosambikansk saksofonist, som sammen med gruppa si blei nominert til årets jazzalbum i Sør-Afrika i fjor. Det er afrikanskinspirert, groovete jazz det er snakk om, og om Bugge kan leve opp til det her, ser det ut til at publikum kan få servert en helaften med god musikk. Ivan Mazuze introduserer gruppa si to-tre ganger, dog må jeg innrømme at ikke husker navnet på et eneste medlem, med unntak av sjefen sjøl, selvsagt. Gruppa takker for seg, og jeg trenger en sig.

Cosmopolite er effektive som pokker, det skal de ha, og det tar ikke lang tid før Bugge og bandet hans er klare for action. Til tross for dette har gamliser tydeligvis dårlig tid, eksemplifisert ved at det er mange som stikker før Bugge kommer på, merkelig nok. Bugge starter med å introdusere gruppa si, og forteller oss at vi får lov til å danse, men bare om vi vil, da. Okei, okei, jeg er spent. Bugge improviserer litt på orgelet, samtidig som bandet sakte men sikkert bygger opp. Herr Wesseltoft er som sagt kjent for å eksperimentere med elektro, og han har med seg en DJ for anledningen. Et sinnssvakt fett grep i denne sammenhengen. DJ Strangefruit står for sampling og litt beats, samtidig som rytmeseksjonen, bestående av Erik Nylander på trommer og Amade Cossa, en utvekslingselev fra Mozambique, er tighte som faen. De to-tre første låtene i settet er nesten mild rave, og Putte Johander på kontrabass har en sinnsykt kul spillestil. Det er groovy og dansbart som et reint helvete, og folk tar hva Bugge sa om dansing veldig seriøst. Til tross for at aldersnivået på Cosmopolite er veldig høyt i kveld, så er det noen kids som danser som om de skulle vært på syre. De beveger seg på måter jeg ikke trodde var mulig å bevege seg på, og alt i alt ser de temmelig tåpelige ut. Frikete, ”alternative” unge kvinner som ikke kan noe for det. De bare ”måå bevege seg lissom”. Det som er mest funny er uansett den eldre garden som danser til electronica. Du veit, det er de frika foreldra ingen vil ha, og de danser. De danser som faen, but i digress.

Jeg må innrømme at det dabber litt av lengre ute i settet. DJ Strangefruit får en mye mindre fremtredende rolle, ettersom gjestemusikerne kommer inn. De første gjestene er et marokkansk brødrepar, hvorav den ene visstnok jobber som vaskehjelp på jobben til mora av ei venninne av meg. Den ene broren spiller fele, den andre perkusjon og begge synger. Det er marokkansk folkemusikk det er snakk om, og det hele blir litt vel folkelig for meg. Folk fortsetter å danse, og jeg finner det hele temmelig kjedelig, og kvelden blir egentlig litt teit. Det er med blanda følelser at jeg må forlate Cosmopolite litt før halv ett for å rekke siste trikk hjem. Jeg går glipp av Wenche Losnegård, ei utrolig dyktig norsk sangerinne, som jeg tror jeg hadde sett fram til å høre. Konsertlokalet blir mer og mer tomt, så jeg regner med at det er andre som også må komme seg hjem uten å bestille taxi. Det blir ofte slik når konserter varer til over midnatt på en mandagskveld i mai.

Bugge har fortsatt mye å komme med når det gjelder norsk musikk, og det er en god sammensetning av artister han har med seg. For min del kunne jeg godt sett en hel konsert med kun ham og backingbandet, og kveldens høydepunkt er definitivt DJ Strangefruit og rytmeseksjonen, da jeg finner det vanskelig å sitte helt stille sjøl. Sjekk for all del ut Ivan Mazuze Group om du digger jazz. Om jazz er greia di, regner jeg egentlig ikke med at Bugge trenger en videre introdusering.

 

http://blogg.deichman.no/kulturkort/2011/05/23/junglebugge/



 

 

O jazz que Samora criou

 

Deixou para trás o velho continente. Atravessou rios e oceanos com destino à terra natal para beber dos ancestrais e participar da Feira do Jazz na Matola, evento que, infelizmente, não aconteceu.  Mesmo assim, não ficou triste e aproveitou o momento para anunciar o seu próximo parto musical. Estamos a falar do afrojazzista Ivan Mazuze, o autor de “Maganda”

Mestrado em Etnomusicologia pela Universidade de Cabo, Ivan Mazuze fez um voo para Oslo, Noruega, onde se encontra radicado. Numa altura em que se prepara para soprar o seu sax e emprestar o seu charme artiístico no Cape Town Jazz Internacional Festival e ao mesmo tempo a preparar o seu segundo disco de originais com uma mistura eclética de elementos da música moçambicana, voltou a clamar por melhorias na música moçambicana, em entrevista que nos concedeu. Nesta conversa, que aconteceu momento antes de voltar a pousar no seu “ninho artístico”, Ivan voltou a defender a abertura de mais escolas de música para tapar os buracos que ainda se verificam nesta área. Olhando para o estágio actual da música moçambicana, diz que “se recuarmos 15 anos, vamos perceber que houve muitos músicos comerciais, mas é curioso que mesmo assim os moçambicanos sempre foram fiéis. Não me posso arriscar a dizer exactamente em que estágio ela se encontra, mas devo dizer que está em constante desenvolvimento”, minimiza.

Há uma tendência de grandes nomes da música jazz em Moçambique viverem no estrangeiro, como é o seu caso. O que está acontecer?

Vivi em Cape Town e agora em Oslo, na Noruega. como todo o mundo já sabe, fui para lá porque recebi uma proposta do Instituto de Artes Super Instrutor. Sou professor nesse instituto. Quer dizer, para além de fazer a música, que é minha vocação, estou a dar aulas. Aliás, tenho estado a espalhar a cultura moçambicana pela Europa, o que já me valeu um convite para abertura do Mundial de Risqui, através de um dos grandes festivais daquele país, o Bylarm. Abri a cerimónia oficial que contou com a presença da família real da Noruega, entre outras figuras do governo norueguês.

Vi a necessidade de me abrir para o mundo e mostrar que temos capacidades. É uma forma de expandir a minha experiência e crescer como músico e, estabelecendo contacto com pessoas do mundo, naturalmente que posso alcançar esses objectivos. É importante, para mim, que eu tenha esse tipo de desafios, para não viver numa plataforma de confortabilidade. É preciso dizer que não curvamos as costas a Moçambique, até porque agora que estou em Moçambique vou encontrar-me com os responsáveis da Escola de Comunicação e Artes da Universidade Eduardo Mondlane, onde vamos estabelecer mecanismos de trabalho, por forma a partilharmos conhecimentos com os estudantes naquela faculdade.

É um dos poucos artistas no país formados. Quando se aventurou para este “mundo”,  sonhava com este cenário?

O meu estágio é resultado do trabalho levado a cabo, na altura, por profissionais. Não posso deixar de citar a Escola Nacional de Música, que teve um papel fundamental para este desenvolvimento. Quando falo de desenvolvimento, não me refiro apenas a questões de qualidade, mas esperava que houvesse uma expansão por todo o país, porque uma escola não é suficiente para albergar a todos. Precisa-se de escolas em diferentes lugares para se desenvolver esta actividade que se chama música.

Professor de música que é, comparando o seu processo de formação e a actualidade doméstica musical, o que se pode aferir?

Sou produto de um sistema desenhado pelo então Presidente da República Popular de Moçambique, Samora Machel. Sou grato a esse regime, pois tive a oportunidade de me formar em música graças a esse sistema. Recordo-me que no mesmo ano que entrei para a escola primária, entrei para a escola de música, o que fez com que eu crescesse dentro do mundo da música. É verdade que beneficiámos desse sistema, mas está na hora de arregaçar as mangas para fazermos uma viragem na indústria musical, que está a crescer. é preciso que se criem mais escolas de música. Hoje temos a Escola de Comunicação e Artes da Universidade Eduardo Mondlane, mas não basta, precisamos introduzir educação musical nas escolas primárias, por forma a moldarmos as mentes ainda sem definição. Logicamente que mas tarde cada um decide para que rumo pretende seguir.

É de opinião que há uma tendência de matar as artes ou apenas estamos perante uma incúria governamental?

Embora passe muito tempo fora do país, quero acreditar que não há um programa, por parte do governo, para o ensino primário e mesmo depois de se introduzir um modelo de ensino e aprendizagem, há uma necessidade de se fazer uma fiscalização, de modo a avaliar-se o trabalho em curso. Repiso que o governo moçambicano deve introduzir esta disciplina no nível mais baixo possível, porque todo o ensino tardiário precisa de bases para se desenvolver num nível universitário. Não sei quais são as condições do país neste momento, mas seria bom que se fizesse isso, pois é assim que acontece no mundo e é uma das experiências que estou a viver em Oslo e que também vivi na África do Sul, onde existe um programa de música ou de artes integrado num sistema de educação.

Vozes como Alfa Thulana e o conceituado Professor Orlando da Conceição, quase que sistematicamente, falam em extinção de ídolos no país. Qual é a sua opinião em relação a esse aspecto?

Se calhar seja pelo facto de essas referências desaparecerem das suas actividades, não há uma continuidade no processo das actividades que vinham desenvolvendo. É preciso continuar a criar constantemente.

Existe um grupo de pessoas que faz o play back e que não faz parte da plataforma  de indivíduos como músicos profissionais. Temos que delimitar uma fronteira entre amadores e profissionais.

Em Moçambique, as bandas, sobretudo as de música ao vivo, têm estado a perder espaço, dando lugar ao play back. Que análise faz deste fenómeno?

Vejo como um problema social global devido ao avanço tecnológico, mas em nenhum momento se pode separar o trabalho desenvolvido por um naipe de artistas, dando lugar ao play back. Temos que trabalhar para nos defendermos da forte presença da tecnologia na indústria musical. Existe um grupo de pessoas que faz o play back e que não faz parte da plataforma de indivíduos como músicos profissionais. Temos que delimitar uma fronteira entre amadores e profissionais. É preciso ainda dividir o grupo que faz a música pop comercial. nós já vimos a nível mundial nomes até como Shakira, mas em género de música, os jazzisticos, que é minha área, é muito reduzido o número dos que fazem os play back. Isso está direccionado aos que fazem música comercial. Portanto, não vejo a categoria desses músicos como não profissionais, embora seja uma pena que estejam a fazer um trabalho em play back, quando possam ter capacidade de cantar em bom tom e acompanhados.

Num passado recente, o jazz foi um instrumento de luta contra o apartheid, direitos humanos e até igualdade de género. Hoje, que desafios este género musical tem?

A nova geração do jazz não expressa muita dor como a de Miriam Makeba, Hugh Massekela, Ray Phiri, pessoas que foram activas contra o sistema do apartheid. hoje, cada músico expressa-se consoante as suas experiências. Portanto, hoje os desafios são outros e na África do Sul, por exemplo, a tendência é exaltar a mestria dos ritmos do país, tal como acontece com o Ivan, eu expresso as minhas origens – o tradicional moçambicano misturado com o contemporâneo. No álbum “Maganda”, trago o jazz contemporâneo, mas quis evidenciar a nossa cultura em forma de instrumento e vozes, chichangana e zulu, resultado das investigações que fui fazendo em Moçambique para o meu mestrado.

Depois do álbum “Maganda”, o que se pode esperar de Ivan Mazuze nos próximos tempos?

Até aos princípios do segundo semestre do presente ano, vou lançar o meu segundo trabalho discográfico, com a participação de alguns músicos africanos. Mas é preciso dizer que a colaboração principal será de um produtor BuBgge Wsseltoft, uma das grandes referências do jazz na Noruega e será, mais uma vez mais, um trabalho baseado nas minhas investigações e extensão do que fiz no álbum “Maganda”.

SEXTA, 11 MARÇO 2011 17:54 AZAEL MOYANA



Metti una sera al Valle.. con Renzo Arbore e il quartetto di Ivan Mazuze

 

Al Teatro Valle Occupato c’è qualcuno che dice che le vere rivoluzioni si fanno con l’amore e non con la violenza e l’arroganza. E gli occupanti si sono bardati da mesi del più nobile dei sentimenti e di una caparbia ostinazione per difendere le ragioni di un teatro che deve rimanere bene comune, a dispetto delle cordate che da più parti politiche hanno cercato di imporne la privatizzazione.

Ogni sera questi ragazzi capacissimi e volenterosi, molti dei quali attori, intercettano prestigiosi nomi della cultura e dello spettacolo, i quali si prestano gratuitamente a difendere la causa del Valle nonché, per estensione, dell’intero teatro italiano.

Lo scorso 7 Settembre su quel palco, pregno di “polvere di stelle”, è salita un’icona assoluta della televisione e della musica italiana, Renzo Arbore. Per questa serata da tutto esaurito, che ha visto code interminabili all’esterno del teatro, l’apertura è stata affidata all’Ivan Mazuze quartet, formazione prevalentemente mozambicana, residente in Scandinavia, che è tornata dopo 8 anni a suonare in Italia con una mini-tournée tra Lazio, Campania e Toscana. Il quartetto, composto da Ivan Mazuze ai sax, Thor-Erik Fjellvang alla tastiera, Isildo Novela al basso e Deodato Siquir alla batteria, ha riscaldato la vasta platea con un sound vivace, impastato in un groove dagli accenti marcatamente africani, che però ben si fonde con uno stile jazz più propriamente europeo.

Dopo l’ascolto di tre brani autografi di Mazuze, il pubblico, entusiasta, ha accolto con grande carica tutto il carrozzone di artisti che Arbore ha portato con sé sul palco. Tra gli altri, i componenti degli Swing Maniacs, gruppo con cui da tempo il mattatore suona swing, la sua musica del cuore, sia in giro per l’Italia che nel privato della sua residenza. Esilaranti i siparietti su canzonette da lui composte, le quali raccontano anche le goffe difficoltà che un ragazzo di provincia come lui negli anni postbellici doveva affrontare per conquistare una donna. A rendere ancora più gustosa la serata, i duetti in romanesco dei comici Max Paiella e Greg, le Lallo Sisters, trio pugliese simile al trio Lescano, le canzoncine innocentemente maliziose del “maestrino” Leo Sanfelice e la presenza solare e giunonica di Marisa Laurito, che si è cimentata con buoni risultati sullo standard “Dream a little dream of me”. Al termine sono stati eseguiti dei classici della televisione di Arbore, ovvero “Ma la notte” e “Il Materasso”, durante il quale gli occupanti hanno simbolicamente portato sul palco uno dei materassi su cui dormono ogni notte in quel teatro da loro gestito e difeso.

Pubblico in visibilio dall’apertura sino al fuori programma. Chi cantava, chi ballava nel corridoio centrale della platea, chi si spellava le mani dagli applausi o semplicemente osservava entusiasta. Tra questi, anche molti amici storici di Renzo Arbore, addetti al settore ed eminenti esponenti della stampa e della televisione.

Sembra proprio che al Valle tutti si sentano a casa, artisti, occupanti e spettatori. L’occupazione continua a oltranza, nonostante la difficoltà nel trovare il sostegno da parte dello stesso Comune di Roma. L’intenzione è quella di trasformare presto il teatro in una fondazione. In tal modo, il luogo potrebbe essere istituzionalizzato come Casa della Drammaturgia, cosa che, ad oggi, risulta essere assente nel panorama culturale nazionale.

 

 

VENERDÌ 09 SETTEMBRE 2011 00:00ROBERTA CARLUCCI

 

 

 



RADIORESEPSJONENS (NRK) (PAPA SAMORA - JINGLE)

 

http://rr.eikern.net/jingler/Karaktermakerne.mp3

 



Radio Workshop The Radio Workshop offers young South African listeners a weekly mix of current affai

 

Conversations about music with Ivan Mazuze and Cindy Blackman Santana

 




CNN - Inside Africa: Cape Town International Jazz Festival - including an interview with Ivan Mazuze

 

 

 



 

Moçambicanos aplaudem prestação de músicos nacional

 



Ivan Mazuze supera expectativas e enche moçambicanos de orgulho

 

Milhares de pessoas presenciaram na noite de sexta-feira a actuação do saxofonista moçambicano Ivan Mazuze, integrada na 12ª edição do Festival Internacional de Jazz de Cape Town, na África do Sul, o maior do continente africano e o quarto ao nível mundial.

A expectativa era enorme no seio dos moçambicanos em ver o seu primeiro representante desfilar no palco Basil “Manenberg” Coetzee perante uma assistência exigente em termos do ritmo musical jazz e Ivan Mazuze não deixou os seus créditos por mãos alheias.

O saxofonista e flautista moçambicano utilizou esta sua primeira aparição como figura de cartaz neste festival para mostrar a todos que presenciaram o concerto aquilo que tem sido a evolução da sua carreira desde o ano 2000, altura em que decidiu tornar Cape Town como a sua casa.

Interpretando temas do seu primeiro álbum “Maganda”, Ivan Mazuze contagiou a plateia que não resistiu em dar alguns passos de dança, na sequência da fusão de ritmos chopis, com a marrabenta, ritmos latinos e o afro jazz, provando em palco o porquê de no ano passado ter conquistado prémios no Mozambique Music Awards (melho álbum de jazz) e ter sido nomeado para o Samas na categoria de Melhor Álbum de Jazz Contemporâneo.

“Para mim é um prazer tocar neste festival e alegrar não só aos sul-africanos, mas sobretudo aos moçambicanos que percorreram quilómetros para darem-me este apoio que é importante na minha carreira”, disse emocionado Ivan Mazuze ao ver a plateia cantar e fazer os coros das suas músicas.

Neste concerto, Mazuze foi acompanhado pela sua banda, composta por Abigali Petersen e Amanada Tiffin (vozes), Lucas Khumalo (baixo), Frank Paco (percussão), Bokani Macha (keyboard), Ragnhild Tveitan (sax tenor e flauta) e Cameron Ward (guitarra), uma banda composta por moçambicanos, sul-africanos e swázis, ou seja cidadãos da Região Austral de África.

Para esta noite subirá ao palco do Basil “Manenberg” Coetzee outro saxofonista moçambicano, Orlando Venhereque, que também vai fazer a sua estreia como individual neste Festival Internacional de Jazz.

Alfredo Lituri (Texto e Fotos)

SAPO MZ




 

 

Diary entry from Africa’s grandest gathering

 

Dear Diary,

“For years I used to go everywhere with him and made sure that he was not exploited, but I had to let him go and find his way in the world. Being a classical pianist myself, I know how playing music is like breathing and I am so proud of him,” she said.

What do Hong Kong and jazz have in common, you may ask. Well, the answer is the charismatic Hanjin. When he stepped on stage the audience was sceptical, but when he started crooning, that scepticism was replaced by joy.

He sang Fly Me to the Moon and his own version of the Beatles’ song Blackbird. With each song he had the audience hooked. If Frank Sinatra was reincarnated he would be Hanjin and he is cute.

One is often unaware of the effect of the deaths of jazz greats such as Basil “Manenberg” Coetzee,Winston Mankuku and Robbie Jansen, to mention but a few, but thanks to the Cape Town Tribute band we now know. The band played a combination of music by the jazz veterans which also included a performance by the elderly Danny Butler. Instead of the performance being a sombre affair, the audience honoured the fallen jazz heroes by jazzing the night away.

One thing that my colleagues who have attended the festival before neglected to tell me was that you run around the CTICC like a lab rat to catch as many performances as you can.

Over the two days, it was hard to choose as most of the acts that I wanted to see clashed on the schedule, but I managed to watch Dave Koz, Ivan Mazuze, Tortured Soul, Tumi and the Volume, Hanjin and Gang of Instrumentals, Earth, Wind and Fire, Gazelle, Bebe Winans, Naima McLean and a bit of Youssou N’dour.

South African-based, Mozambican-born saxophone player Ivan Mazuze is the future of jazz. His music is light and playful but still maintains the seriousness that jazz is associated with. Before you even know what is happening, your feet and body are swaying to the music.

While Dave Koz has that serious jazz element that we have come to love over the years, he played all of the favourite hits including The Dance, which he performed with Bebe Winans and nearly caused a stampede at the overcrowded Kippies stadium.

The difference between Mazuze’s and Koz’s playing of the same instrument was refreshing as it showed their versatility and origins. Unfortunately, Hanjin played the same set he did at the free concert, which was disappointing but still great.

The other disappointing thing was Gang of Instrumentals’ performance, both at the festival and the free concert. Tumi was singing off-key and it seemed like her voice was taking strain, while Mandla N’s rapping fell flat.

Bongo Riot’s reggae vocals tried to keep the performance afloat, but the conflicting sound from the instruments sank his efforts. They injected a rock influence into their set which sounded horribly wrong and furthermore confused the crowd. Maybe they should leave the experimentation out of the set next time.

Tumi and the Volume delivered a fun and breezy set and an improvisation of the TKZ song Dlala Mapantsula, which the crowd loved.

If you haven’t heard of the American live house band Tortured Soul, then you better ask somebody about them. This three-piece band does house music well and they give it personality – what’s not to love? Then there’s Gazelle and their weird costumes, especially DJ Invisible who was wearing a Sotho hat and silver mask. They were exciting to watch as you couldn’t guess what crazy antics they would pull off next.

Earth, Wind and Fire might be celebrating 40 years of being together, but their energy was dynamic. The youth in the crowd, myself included, did not know the lyrics, but no one cared – they just boogied down to the music.

The group’s bass player Verdine White needs to get rid of that weave, though. It makes him look like the creatures from the Alien versus Predator movie.

Overall, their performance was the highlight of the festival – after 40 years they still sound as they did when they rose to fame and still maintain their status of delivering soulful music.

The festival was great in terms of artists and performances, but the organisation was terrible. Most of the shows began an hour late and no explanation was given. Some artists were still struggling with sound issues which could have been sorted out well in advance.

The public relations company Chatroom which facilitated the media was rude, unapproachable and didn’t ensure that artists were there for the press conferences.

Leaving the PR disaster out, the Jazz Festival was the most memorable, worthwhile experience of my life.

 

March 30 2011 at 08:14am 
By Thandiwe Jumo




 

By:Larm' 2011

 

By:Larm takes place in various venues in Oslo, Norway for the fourth year running and is held between Thursday 17th and Saturday 19th February 2011. By:Larm plays host to the next generation of Scandinavian artists ranging from metal, pop/rock, jazz, electronica and folk music.

Line-up

1120 Days, 1349, 22, AcACc (Jan Martin Smørdal), Adam Tensta, Adobe Houses, Agnes Obel, Alexander von Mehren, Anana, Anders Danielsen Lie, Anine Stang, Aristillus, Babyjaws, Black City, Blodhemn, Blood Command, Bloody Beach, Brighton, Britta Persson , Ine&Peder, Lord Kelvin, Splashgirl, Burning God Little, Bygdin, Carmen Villain, Chili Vanilla, Chris Holm, Cold Mailman, The Concretes, Daniel Adams-Ray, Deathcrush, Deathfare, Dennis Jr, Departure, Dina Misund, Djerv, Dreamon, Dråpe, Dungen, Dyst, Earlybird Stringband, El Cuero, Elin Kåven, Eline Thorp, Elvira Nikolaisen, Envy Fallulah, Figurines, Firefly Effect, Fjorden Baby!, Forza, French Films, Frida Ånnevik, Frisk Frugt, Friska Viljor, Golden Dawn, Guro von Germeten, Harrys Gym, Hilde Marie Kjersem, Hjálmar, Honningbarna, Robyn, Hitchcock/I Was A King, Skjelve Kommode, Tønes, Hypertext, I Was a King, Ida Jenshus, Ivan Mazuze Group, Jenny Hval, Jeroan Drive, Jesse Jones, Jim Stärk, Johnny Hancocks, Jonas Alaska, Junip, Kenneth Ishak & The Freedom Machines, Kenton Slash Demon, Kinee, Kommode, Kratic, Kristine Marie Aasvang, Kvelertak, Lars Håvard Haugen, Lars Wiik, LCMDF, Like Rats From A Sinking Ship, The Lionheart Brothers, Little Marbles, Lovecult, Lucy Swann, Ludwig Bell, Lukestar, Mammút, Margaret Berger, Mari Boine, Mary Me Young, Mathias Stubø, Me And My Army, Misty Range, Montée, Morten Myklebust, Murder, Museum of Bellas Artes, Myrull, Nidingr, Niki & The Dove, Nive Nielsen & The Deer Children, Norma Sass, Obliteration, Of Norway, Oskar Musikk, Oslo Ess, Ost & Kjex, Overthrow, Pascal Pinon, Peter Bjorn and John, Phaedra, Poporn Radio, Pow Pow, Prins Thomas Orkester, Pristine, Put Your Hands Up For Neo-Tokyo, Rancho Relaxo, Retro Stefson, Rikke Lie, Rumble in Rhodos, Sahg, Samling, Sassybeat, Sheldon Blackman & the Soul Rebels, Shine 2009, Silje Nes, Sleep Party People, Smalltown Superstars (feat. Lindstrøm/Todd Terje/Diskjokke), Smoke Mohawk, Social Suicide, Casa Murilo, Einar Stray, Honeytraps, Lama, Mylittlepony, Sian Westerhus Solo, Stina Stenerud, Surfers Lingo, Svarte Greiner, Tantara, Tassili, Team Me, Telephones, Tenderleaves, Thelma and Clyde, To the Lions, Tombstones, Tommy Tokyo & Starving For My Gravy, The Topangas, Torgny, Treefight for Sunlight, Turns, Tôg, Ulver, Uusi Fantasia, Verk, Who Knew, Wolves Like Us, Young Dreams, Your Headlights Are On, Zebra and Snake, Ziggy, and Ólöf Arnalds.



 

CAPE TOWN INTERNATIONAL JAZZ FESTIVAL: PACKED WITH THE BEST

 

Date Published: Jan 26, 2011

Published By: Chatroom

 

Cape Town International Jazz Festival organisers had to wait more than three years to find space in saxophonist Wayne Shorter’s busy schedule for “Africa’s grandest gathering”. According to espAfrika CEO and Festival Director Rashid Lombard, they have always wanted the 77-year-old saxophonist to appear in Cape Town: “For years, it’s been our wish to get Wayne Shorter to the festival. As [he is] a touring artist, we could never get the time right. We are thrilled that this round this living jazz legend could make it.”

12TH CAPE TOWN INTERNATIONAL JAZZ FESTIVAL LINEUP

The artists who will appear at this year’s festival are: Earth, Wind & Fire (US), Christian Scott (US), Dave Ledbetter and The Clearing (SA), Dave Koz (US), Esperanza Spalding (US), Gang of Instrumentals (SA), Gazelle (SA), Hanjin (Singapore/Hong Kong), Hubert Laws (US), Ivan Mazuze (Mozambique/SA), Lisa Bauer (SA), Monique Bingham (US), Patricia Barber (US), Sandra Cordeiro (Angola), Simphiwe Dana (SA), The Flames (SA), Wayne Shorter Quartet with Brian Blade, Danilo Pérez and John Patitucci (US) and Youssou N’Dour (Senegal) .

At the centre of every innovation that occurred in jazz in the last 50 years, Shorter leads his stellar quartet made up of pianist Danilo Pérez, bassist John Patitucci and drummer Brian Blade at the festival that takes place at March 25 and 26 at the Cape Town International Convention Centre (CTICC).

To join Shorter as headline acts is the 1970s band Earth, Wind & Fire (EWF) and US saxophonist Dave Koz. Rooted in soul, funk, gospel, blues and jazz, EWF emerged as a wing of 1970s pop music based on Afro-American music. EWF members use their jazz skills to produce brassy music that transcends categories, resulting in everlasting hits such as Shining StarMighty MightyLet’s Groove and Kalimba Story.

Multifaceted artist Dave Koz not only plays saxophone, but he also runs a yearly Smooth Jazz Christmas Tour, owns a record company, promotes an annual Dave Koz and Friends Jazz Cruise and hosts a syndicated radio programme that is across the USA. This will not be the first time that he appears at the Cape Town International Jazz Festival. He appeared as a guest at the festival’s 10th anniversary in 2009 where he shared the stage with guitarist Jonathan Butler.

To lead Africa’s contingency is West African griot Youssou N’Dour and reigning queen of Afro-soul, Simphiwe Dana. With a musical career that goes back to 1975, N’Dour has grown to be a musical ambassador of the continent.

In many ways Dana is taking the same path. Since the launch of her 2004 debut album, Dana’s contemplative voice has won her one award after the other. It has also won her a huge following. In 2005, the last time that the silky-voiced singer appeared at the Cape Town International Jazz Festival, her show was moved to a bigger venue as more than the expected number of music lovers came to hear her. Given the release of her stunning new recording Kulture Noir, those wanting to hear her sing will definitely exceed the 2005 crowd.

Part of the African squad this year is South African-based Mozambican saxophonist and flautist Ivan Mazuze as well as up-and-coming Angolan vocalist Sandra Cordeiro. Last year, Cordeiro, who fuses bossa nova with strong Afro-jazz styles, was selected by Radio France Internationale (RFI) as one of Africa’s 10 best musicians.

Those seeking more jagged chords and notes will have the opportunity to hear US trumpeter Christian Scott; Patricia Barber, who is revered for her pianism and contralto voice; and Cape Town-based guitarist, pianist, vocalist and gifted composer Dave Ledbetter.

Programming at the festival continues to provide a stage for younger but serious musicians: This year’s lineup features South African singer Lisa Bauer, Hong Kong-based Singaporean singer and producer Hanjin, and bassist/vocalist Esperanza Spalding. Always determined to cross barriers, Spalding’s latest recording weaves chamber music and jazz improvisation.

The lineup would be incomplete if there were no artists creating a sense of nostalgia and déjà vu. One artist that will definitely create such a feeling is US flautist Hubert Laws. Laws is one of the musicians that secured the flute’s place in jazz.

Surely to bring down the house is the old South African band, The Flames. Before disbanding in 1970, The Flames was one of the country’s top pop groups, and was the first non-white South African group to reach the top 20 charts of the whites-only Springbok Radio. The band’s appearance in Cape Town will reconnect the group to thousands of fans.

Providing the contemporary sounds are the “lieutenants of funk, corporals of beat and renegades of rhyme”, Gang of Instrumentals, a South African group that fuses electro, disco, funk, pop and African rhythms; Gazelle; and Monique Bingham, whose name is synonymous with the live band Abstract Truth.



 

 

 

Ivan Mazuze: Prémios de melhor jazista moçambicano revelam qualidade de “Maganda”

 

O saxofonista moçambicano Ivan Mazuze foi a figura de destaque no estilo jazz ao conquistar dois prémios no Mozambique Music Awards, o maior evento de premiação artística cuja gala acontece anualmente no país. Mazuze que participou no MMA com o seu disco de estreia “Maganda” conquistou os prémios de “Melhor Álbum Jazz” e “Melhor Instrumental”, levando com que a crítica o considera-se o melhor jazista moçambicano da actualidade.

Instado a comentar sobre estas distinções, Ivan Mazuze considerou que “os prémios conquistados no MMA 2010 têm um impacto positivo na minha carreira no sentido de que é mais um reconhecimento recebido pelo trabalho que efectuei no álbum Maganda”. 

Esta foi a segunda edição do Moçambique Music Awards, um evento que começa a ganhar prestígio não só para os músicos moçambicanos, mas também para influenciar as opiniões dos críticos nesta área. Sobre o evento, o saxofonista considerou que “este tipo de concurso é importante para a indústria musical moçambicana assim como para os artistas. Os artistas moçambicanos hoje têm esta oportunidade de receber prémios e serem reconhecidos no seu próprio pais, isto incluindo artistas moçambicanos que vivem na Diáspora que é o meu caso”.

Num outro desenvolvimento, Ivan Mazuze referiu que “este tipo de evento especificamente o MMA é um incentivo em termos criativos e qualitativos no mercado moçambicano, isto para dizer que espero que tenha efeitos nesta direcção criativa, produtiva e qualitativa para o mercado artístico moçambicano que tende a crescer”.

Esta foi a primeira vez que Ivan Mazuze viu um trabalho seu distinguido na sua terra natal, algo que considera ser fantástico. “Sou moçambicano activo como músico a trabalhar fora do meu país é sempre honroso receber uma distinção na terra natal, é fantástico”.

 

O projecto “Maganda” já mereceu distinções fora de Moçambique, concretamente na Noruega onde foi considerado o "Best World Music Group", no Oslo World Music festival 2009, assim como foi nomeado para o SAMA Awards 2010, na África do Sul para categoria "Best Contemporary Jazz Album".  

“Sinto-me honrado por receber estes prémios na terra em que nasci e adquiri uma enorme experiência artística, assim como nos países por onde tenho trabalhado. Basicamente estes prémios são produto da experiência educativa e profissional que adquiri com instituições, indivíduos, grupos em Moçambique e na Diáspora”, rematou o músico.


Para o período que resta no presente ano, Ivan Mazuze não tem prevista qualquer actuação em Maputo, onde pretendia fazer um agradecimento especial a todos seus admiradores que depositaram o seu voto para que conquistasse os prémios no MMA 2010.

“Infelizmente não tenho datas previstas ou marcadas para um concerto em Moçambique mais contudo gostaria de agradecer aqui a todos os moçambicanos que apoiam este projecto e votaram em mim durante o MMA”, disse Mazuze. 

Ivan Mazuze imigrou há anos para a África do Sul onde frequentou com sucesso o curso superior de música na Universidade de Cape Town. Actualmente tem estado a prosseguir com a sua actividade musical e académica na Noruega.

Alfredo Lituri (Texto) e Sérgio Costa (Fotos)

SAPO MZ




Jazz Explodes at Shanti Lo and Ivan Mazuze’s Show

 

Sample this Jazz Recipe: Take Botswana’s afro pop/jazz singer, Tumediso ‘Shanti Lo’ Kagiso Loeto on stage, mix him with Mozambiqan born Jazz player, Ivan Mazuze , thoroughly shake the mix. Result? The best jazz night you have attended in recent years. That is what guests were treated to last Thursday night, October 15th at Maitisong.
Mazuze, 30, who is one of Mozambique’s best know jazz players but currently based in South Africa, was in town to promote his debut 11 song CD, Maganda which is named after his traditional name.  
The explosive show was set off at 8.00pm by Shanti Lo and his band consisting of Enock Mbewe on Drums, Dingala Mpoloise on Percussions, Andrew Chinganga on Saxophone and this time around, two new addtions to his band: Saki Nonong on Bass Guitar and Daniel Njoroge Njuguna on Keyboard. 
He had one vocalist, Lapologa Seetso who has also appeared on his show several times. Dressed in a dark brown body hugging outfit with a gold band on his waist and his dreads flowing, Shanti Lo set the stage for what proved to be a very exciting evening at the centre. 
He played eight songs non-stop before a break that ushered in award winning Mazuze. The songs he played, some of which will feature in his upcoming CD were,  Are Fofe, Be Butle, Ke a mo rata, Kgogomodumo, Lerato , Boloi, Ngwao and his ever popular, Ditshwanelo. 
After a short break, Mazuze took to the stage at about 9.45pm where he played his Saxophone  interchanging between a Soprano and Tenor Sax. 
Others in his five person band were vocalist, award winning Scholtz, the brilliant Khyle Shepherd on Keyboard, Frank Paco of the famous Tucan Band on Drums and Lucas Khumalo on Bass Guitar.
Scholtz’s light and mellow voice was perfect for the mostly instrumental jazz music that Mazuze played for the night.
Scholtz is a well known jazz singer in her own right. Coming from a musical background where her father played an alto saxophone in a seventies dance band, she studied Opera with the Eoan Group and later at UCT, graduating in 1997 with a distinction. 
In 2002, she was named Best Vocalist at the Old Mutual Jazz Awards where Mazuze also won Best Composer. Other awards include Standard Bank’s Young UCT Artist and three albums to her name: 2002’s Zillion Miles and more recently, Connected and Standards. 
One of the most exciting things about the Mazuze performance was the coordination between him and Scholtz. Dressed in bright purple shinny trousers with white and purple broad checked shirt and close cropped hair and Scholtz in a petite black evening dress the duo wowed the crowd as they sang looking at each other most of the evening.  
Speaking to Timeout after the show, Shanti Lo was all praises for Mazuze: “I enjoyed the training session with Ivan in the afternoon as he has studied music and understands much more than I do about the theory of music, the intricate things in instruments and jazz in general.” Of key importance to Shanti Lo was the confirmation that he did not have to have studied music to be a good jazz musician. “
After the show, Mazuze said the importance of goals and following up on them. “I had a clear vision of what I had to do in order to succeed in the music industry. I realized that educating myself and mastering my instruments was not enough, and while studying I set up my own production and publishing company to handle the administration and business side of my career. I always dreamed of recording my own music right from when I was very young and I did not wait for record companies to offer me a deal – I started my own company and did it my way.
Speaking about two of his songs in particular – Felicidade and Papa Samora, Mazuze said, “Any of you who know the importance of a mum will understand why Felicidade is about my mum – powerful woman in her own humble way. What about Papa Samora? “Though I was young when he was killed, our former President Samora Machel used to preach and say, “Don’t cry and work but I did when he died, it was such a blow for Mozambique and I am asking him, “How can we not cry about your death?”
Besides singing and teaching, Mazuze also writes for various magazines such as Talking Drums and ethno-musicological journals.  He plans to start on his Phd soon.

BY WANJA NJUGUNA

 

 

 


 


 

 

 

 

Moçambicano nomeado para SAMA awards

 

País na boca do mundo através da arte musical “Maganda” concorre a “Melhor disco contemporâneo do ano”, depois de ano passado ter sido nomeado para um “award” na categoria de World Music, em Oslo. O primeiro CD “Maganda” do moçambicano Ivan Mazuze, radicado na África do Sul, foi nomeado para os SAMA Awards na África do Sul, na categoria de “BEST CONTEMPORARY JAZZ ALBUM OF THE YEAR”, algo como “Melhor disco contemporâneo do ano”. O disco “Maganda”, nome de língua filipina que significa “beleza” e também nome tradicional de Ivan Mazuze, foi oficialmente lançado em Janeiro de 2009 em Cape Town (Jazzathon) e, em Setembro 2009, em Oslo-Noruega. já em Moçambique, país de Mazuze, o mesmo foi lançado em Outubro do ano passado, na cidade de maputo. O disco foi também, no ano passado, nomeado para um Award na categoria de World Music em Oslo, tendo Ivan participado no “World Music festival” como artista residente do Festival. O disco foi gravado e distribuído pela Imazuze Music CC, uma companhia independente. Produzido por Ivan Mazuze e Andrew Lilley, o mesmo tem a participação de grandes nomes da música sul-africana e moçambicanos residentes na África do Sul. O elenco é constituído por Alvin Dyers e Júlio Sigauque (guitaristas); Lucas Khumalo (baixista); Kevin Gibson e Frank Paco (bateristas); Mark Fransman, Camillo Lombard e Andrew Lilley (pianistas); John Hassan e Tony Paco (percussionistas); Graham Beyer que toca trombone, estando a parte vocal a cargo de Melanie Scholtz, Nomfundo Xaluva, Hlulani Hlongwane e Heinrich Frans. Ivan Mazuze e a sua banda encontram-se actualmente a realizar uma tourné extensiva na Europa, concretamente nos países baixos, até aos finais de Março corrente. Trata-se duma missão organizada pela companhia Samspill. Mazuze e a sua banda têm agendada uma outra tourné a decorrer nos meados de Abril, na África do Sul, que contará com o financiamento da Norsk Kulturrad. Ivan Mazuze obteve o grau de mestrado em Etnomusicologia pela Universidade de Cape Town, em 2006, licenciou-se em estudos de Jazz na mesma universidade, em 2004. em Moçambique, estudou música clássica na Escola Nacional de Música, onde se graduou em 1996 como pianista e clarinetista. O álbum “Maganda” está disponível na Noruega, Moçambique e África do Sul. Para além destes países, “Maganda” pode ser ouvido em todo o mundo através da internet nos sites itunes, spotify, cdbaby.com e amazon.com. SAMA awards é o programa mais importante na África do Sul para a nomeação de discos e vídeos produzidos e gravados em companhias discográficas. O PAÍS – 08.03.2010 http://macua.blogs.com/moambique_para_todos/2010/03/moçambicano-nomeado-para-sama-awards.html



 

Nominert til South African Music Awards

 

Ivan Mazuze Groups debut albumet Maganda ble i mars 2010 nominert til den prestigefylte prisen South African Music Awards (SAMA) som tilsvarer Spellemannsprisen i Norge. 

Albumet er nominert i kategorien årets ’Best Contemporary Jazz Album’ og en meget viktig anerkjennelse for gruppen.

Nominasjonen har ført til betydelig media oppmerksomhet, særlig i Sør Afrika og Mosambik, og dermed inntrer turneen i april/mai 2010 på et meget gunstig tidspunkt.

Ivan Mazuze Group er et band som har eksistert siden 2001 i ulike konstellasjoner under musikalsk ledelse av saksofonist og komponist Ivan Mazuze. I 2009 gjennomførte gruppen to turneer, en i sørlige Afrika (Sør Afrika og Mosambik) og en i Norge som henholdsvis ble støttet av Norsk kulturråd og FFUK. Turneene bestod av en CD lansering i Mosambik, promoterende konserter i Sør Afrika og en introduserende konsertserie i Oslo hvor hensikten var å presentere gruppen på det norske markedet. 

I 2009 lanserte gruppen debut platen Maganda i Sør Afrika, i Norge og i Mosambik. Albumet består av Ivan Mazuze’s komposisjoner og bygger på Mazuze’s musikalske bakgrunn og matergradsutdanning i jazz og afrikansk verdensmusikk. Albumet Maganda, som også er Ivan sitt tradisjonelle navn på morsmålet Shangaan, blander chopi og muthimba rytmer samt stilartene marrabenta og maskanda fra Mosambik og Sør Afrika med latin- og afrojazz.

Ivan Mazuze Group ble nominert til finalen i Debut’09 i forbindelse med Oslo World Music Festival 2009, hvor gruppen spilte og oppnådde fin publisitet i NRK radio og annen presse. Som et resultat av denne konserten, ble gruppen tilbudt en turné med Samspill International Music Network våren 2010. Denne turneen inngår i Samspill sin konsertserie, World Beats, og inkluderer konserter på større scener i sørlige Norge. I sammenheng med denne konsertserien, spilte gruppen også på UTUNE, et nytt og spennende bransjetreff for verdensmusikk på Union Scene i Drammen. I tillegg legger gruppen ut på en turné med Den Kulturelle Skolesekken (DKS) for den videregående skolen i Oslo med prosjektet Funky Marrabenta som er et utstillingsvindu av Ivan Mazuze Group tilrettelagt for ungdommer.
Ivan Mazuze Group – på ny turné til Sør Afrika med norske musikere
 

Tilbakemeldingen og ringvirkningen av turneen i Sør Afrika og Mosambik i 2009 har vært meget positiv, med blant annet landsdekkende distribusjon av debutalbumet Maganda i Sør Afrika med Jassics Music og mye positiv publisitet i media. Gruppen legger dermed ut på en ny turné i Sør Afrika, og denne gangen som et samarbeid mellom bandmedlemmer av Ivan Mazuze Group i Norge og i Sør Afrika.     

Gruppen mottar musikerstøtte fra Norsk kulturråd, reisestøtte fra UD og Ad-hoc støtte fra Norsk Jazzforum til denne turneen.
Bandmedlemmer

Utrop.no

Av Saroj Chumber

http://www.utrop.no/Det-skjer/18530


 


No label fits this huge talent

 

Saxophonist, flutist, composer, performer and published ethnomusicologist Ivan Mazuze was born and raised in Mozambique before relocating to South Africa to complete a Bachelors degree in jazz performance and a Masters degree in ethnomusicology at the University of Cape Town. Just three years after graduating, he released his debut album, "Maganda", with was nominated for a South African music Award in the "Best Contemporary Jazz Album" category, alongside fellow jazz musicians Tshepo Mngoma, Adam Glasser, Tammy and Fundile Mdingi. "The Good Weekend" spoke to him on from his tour of Maputo on the eve of his return to South Africa to attend the awards ceremony (Saturday 17 April).


"The nomination was a surprise," says Ivan by telephone just a few hours after receiving the interview request via the internet. "It is recognition of all the work that was done for the album. There are four other nominees in the category with me, and we all deserve to win. I wish that it will be me, but ultimately it is a great recognition just to be nominated - especially in that category. My name is on the label on that CD, but the recognition is not just for myself individually - it's for the society that I come from, Cape Town and Maputo. It is not only mine; it belongs to the places I've been and the musicians that I have worked with and the public that have given support for the music. We are artists, but the reason we play is that somebody is listening."

A potential SAMA gong is not the only award in Mazuze's current ambit - last year he performed at
Debut'09, regarded as one of Europe's top "world music" festivals, having been selected on the basis of his performances across Scandinavia. "The award is totally different to the SAMAs," says Ivan. "Two hundred bands were considered from the Scandinavian region and then my group was picked as one of the finalists, which means you get to play at one of the biggest world music festivals in the world. To be given this opportunity to play was a great achievement, and it also meant that I could get funds from Norwegian organisations like Arts Council Norway and Jazz Forum Norway, and that means I can afford to bring part of my international band to play with my South African band in Cape Town. They looked and they saw, 'Here is someone who's doing something good; let's give him the support.' Things happen if you believe in them, and if you keep on working hard at them."

"Since I recorded the CD, the music has grown every day," he continues with a laugh. "I'll be coming back to Cape Town from a promotional tour in Mozambique and, before that, a performance tour of Northern Europe and Scandinavia. I've been using my overseas band to play for three months in different countries. There is new energy in the music from this, and some new arrangements which I am looking forward to playing, especially to play them in Cape Town. I have such a good connection to Cape Town, because I played here, and I studied here, and there has always been support for my music."

What, then, can we expect from the multi-instrumentalist reed-man who is steeped in jazz but contributes articles in African music to respected international ethno-musicology journals? If a frown had a sound, this would be transmitted over the line from Maputo. "I think you're talking about labelling," Ivan says. "I have this discussion with musicians and friends, and I don't like labelling music, especially today when there are so many options. My music is influenced by whatever I hear and whatever I listen to. When i drive in my car, I listen to the hits or whatever the radio stations often play. When I hang out with my friends, we don't listen to jazz because they are not academics who studied jazz like I am - we listen to hip hop or rock or the new combinations of these genres. When I compose, I won't deny that I have a certain focus, to keep my roots and the music that influenced me as I grew up. There is a definite African influence, but it is jazz, because I am a jazz musician and an improviser. At the same time, it has got a lot of vocals because I see vocals as a form of expression - sometimes you want to use an instrument, but sometimes you want to provide an exact message. If we have to label the CD, we can label it under Afro-jazz, but it is a diverse album that comes from whatever life has presented to me."

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Saxophonist Ivan Mazuze tours Cape Town with
Abigail Petersen (vocals), Ragnhild Tveitan (saxophone, flute), Bokani Macha (keyboards), Lucas Khumalo (bass), Ricardo Sanchez (percussion) and Frank Paco (drums) on Saturday 23 April (Rainbow Room, Mandela Rhodes Place, Church St (park off Burg St), 021-4221428, 9.30pm, R50), Sunday 25 April (SABC Studios, c/o Beach Rd & St James St, Sea Point, 7.30pm, R50), Thursday 29 April (Artscape, 8.15pm, R50, Computicket.com), Sunday 9 May (Nassau Centre, Groote Schuur High School, Palmyra Rd, Rondebosch, 8pm, R100), and headlines the regular Monday night jazz jam at Swingers on Monday 26 April (1 Wetwyn Rd, off Wetton Rd, 021-7622443, 10pm).

* The South African Music Awards are screened live on SABC1 tonight (Saturday 17 April) from 8pm, with live backstage interviews and webcasts on SAMusicAwards.co.za. See
IvanMazuzeMusic.com and ImazuzeMusic.com for more, or search "Ivan Mazuze" on Facebook.com and MySpace.com.

By: Evan Milton

http://www.whatson.co.za/blog_read.php?id=195



 

Ivan Mazuze confirma talento com "Maganda"-Noticias AIM

 

Música:Ivan Mazuze confirma talento musical com “Maganda”

25 de Outubro de 2009, 20:13

O Centro Cultural Franco Moçambicano registou casa cheia na noite de sexta-feira para ver a apresentação pela primeira vez no país do álbum “Maganda”, de autoria do saxofonista moçambicano Ivan Mazuze que desde 2000 se encontra radicado na vizina África do Sul, concretamente em Cape Town (Cidade do Cabo) onde frequentou o seus estudos universitários na área de música.

Ivan Mazuze fez-se ao palco acompanhado por execelentes executantes que não deixaram os seus créditos por mãos alheias. Na sua banda o saxofonista contou músicos com uma larga experiência, como o moçambicano Frank Paco (na bateria), o swazi Lucas Khumalo (no baixo) e a sul africana Mlanie (nos coros). 

Foram cerca de duas horas de concerto em que Ivan Mazuze fez uma viagem por vários ritmos de Moçambique como Muthimba e Marrabenta, misturando-os com jazz latin, deixando ficar em palco as influências que tem de grandes figuras do saxofone como Kirk Wallum.

Neste tão aguardado concerto o saxofonista deixou em palco o que aprendeu nos últimos anos, paticularmente na sua formação superior em música na Univeridade de Cape Town. Ivan apresentou os 11 temas que fazem parte do seu CD, com destaque para “Maganda”, “Papa Samora” (uma homenagem ao primeiro Presidente de Moçambique), “Words Cannot Describe Feeling” (em memória a dois amigos Dudu e Paul, falecidos no início do ano), entre outros.
Durante o concerto, Ivan explicou que “Maganda” é o seu nome tradicional, tendo decidido atribuir como título ao seu primeiro CD que foi produzido pela Imazuze Music (a sua produtora), revelando ainda que “Maganda” quer dizer “mulher bonita” na línngua filipina.

O álbum começou a ser distribuído em Janeiro de 2009, mas só nove meses depois é que apresentou aos seus fãs moçambicanos, que nem por isso deixaram de vibrar com os bons sons por si apresentados, daí tenham esgotado os discos que foram colocados à venda no local do concerto.

A actuação de Mazuze em Maputo faz parte de uma série de concertos que o músico está a efectuar na zona sul de África no âmbito da participação num concurso internacional, promovido em Oslo, na Noruega, no qual o álbum “Maganda” foi um dos seleccionados na categoria de World Music.

Ao longo da sua carreira, Ivan Mazuze tocou ao lado de grandes figuras do Afro Jazz, como os moçambicanos Jimmy Dludlu, Wazimbo, Stewart Sukuma e Mingas, os sul africanos Judith Sephuma e Vuzi Khumalo. Pertenceu a várias bandas como Ghorowane, Nondje (ambas de Maputo), Tucan Tucan e Loading Zone (de Cape Town), tendo participado em inúmeros festivais internacionais de jazz.

Ele estudou piano, clarinete e saxofone na Escola Nacional de Música de Maputo. Em 1998, obteve um diploma de música clássica da escola. Em 2002, obteve o diploma em estudos  de música jazz e foi premiado com uma distinção em grupo de jazz e improvisação de jazz na Universidade de Cape Town (UCT). Em 2005, obteve a sua licenciatura de música e em 2006 graduou-se com um mestrado em musicologia na UCT.

No concerto, Ivan Mazuze confirmou o seu talento musical espetacular e que sabe como se comunicar de forma sábia e colorida através de suas canções - quer seja através de palavras ou através de ritmos.

Alfonso Filho

http://noticias.sapo.mz/info/artigo/1026626.html

 



 

Cape Times Mazuze blows marrabenta magic

 

May 22, 2009

By Jason Curtis

What do Jonathan Butler, Alvin Dyers, Jimmy Dludlu, Judith Sephuma, Vusi Khumalo, Hotep Galeta and top bands Dondo, Tucan Tucan and Loading Zone have in common? They've all had the privilege of playing alongside one of Cape Town's finest young multi-instrumentalists, Ivan Mazuze.

Born and raised in Maputo, Mazuze has been at home in Cape Town for close on 10 years. In that time he's been hard at work honing his talent to the point where he finally felt confident enough to deliver a debut album, Maganda, that is turning as many heads as it's turning people on.

"I was fascinated by the jazz music scene in Cape Town," he admits, "enough to make me want to relocate here permanently." Today that's all beautifully played out history, and having spent the better part of 16 years plying his trade, performing alongside some of the biggest names in local music while committing to invites from around the world, Mazuze is finally celebrating something uniquely his own.

"It was a while in coming," he admits. "The combination of academic music studies and live performances throughout these years has delayed the release of my debut album. By that I mean I have been gaining knowledge and experiences from both sides and I wanted to balance and bring out an album that offered creative artistry that reflects all of my experiences. That's why my CD is diverse in styles and forms of music, but with a jazz and African music focus."

With enough paperwork to back up his phenomenal talent, Mazuze has spent as much time behind the books as he has perfecting his gift as one of the city's most accomplished composers.

In 2002 Mazuze obtained the performer's diploma in music (jazz studies), and was awarded a distinction in jazz ensemble and jazz improvisation at the University of Cape Town (UCT). In 2005 he went on to gain a Bachelor of Music (Honours) in performance first class (distinction), and in 2006 he graduated with a master's in musicology.

So what then was the motivation to push the boundaries when he was already well on his way to academic success?

"Besides being an active performer I was and still am interested in and involved with academics in music," he explains. "I have been studying music since I was seven years old, and I always found the interest of learning more about my complex, fun subject exciting. The motivation that pushes me now is the idea that music is not only a way for commercial success, but one that allows me to feed my passion."

Being proficient in piano, clarinet and saxophone, selecting a favourite instrument is the easiest part of Mazuze's day. "Piano is my favourite instrument, that's where I create. That's where I analyse and compose music. Piano is the 'father' of all instruments. Saxophone is the extension of my body. That's where I get to express my melodies, sentiments and deliver messages."

Mazuze has, for the better part of his professional music career, been playing with internationally acclaimed South African and international musicians such as Italians Silvia Manco and Giuseppe Milici, Salaelo Selota and the UK's Byron Wallen. What's evident is the eclectic exposure to these players and performers has bled into all that makes up his debut album. "The list is endless and diverse in a sense that many of the musicians mentioned differ in terms of music styles and performance," he adds. "Some of them are more straight ahead jazz players, African music and contemporary jazz fusion musicians. I have gained experience in what it means to be versatile and play with adaptable musicians where I fit in and perform in different music contexts."

Add travel to Mazuze's ethnicity portfolio and it's palpable that Europe and South America touched him sufficiently and affected each of his subsequent performance opportunities. "There is no better experience than travelling to share and learn about cultural diversity," he confirms. "Throughout my travelling I learn a lot about culture and civilisation, diversity of people out in the world and how music is implemented and received in a particular society. For instance, the European societies are more of a listening, seated and appreciative type compared with South American or African audiences where music is associated with dancing. I also learnt that our music is highly appreciated and I bring that pride back home each time I travel."

Keeping his heritage alive in his music and even injecting a whole lot of local personality is what Mazuze does well too. But does it make it difficult for him to honour each tradition without bastardising any part of it in the process?

"Keeping my tradition and customs alive in my music is the way I established my musical identity," he says. "Not only, but also because culture and heritage play an important role in one's way of life, and because of that it is not difficult to honour both cultures of which I am part. There is space and time for each."

With his 11-track debut released and a deal with rhythmonline.co.za signed and sealed, Mazuze's music is finally available beyond the many varied stages he continues to play upon. His varied mix of influence including chopi and muthimba rhythms, the maskandi and marrabenta styles and the stylistic features of jazz and Latin jazz on various tracks all highlight his hunger for diversity. "This album is a reflection of my musical life so far," he adds. "I regard myself as an African music student at the moment. The variety of musical styles and rhythms on this album are drawn from these experiences."

Mazuze stands firmly with a foot exposed and the other in his own musical identity, both bringing an experience quite different from anything else you're likely to hear this side of the southern hemisphere.

With a European tour to promote the album scheduled for June, before then Mazuze can often be found jamming, with venues such as the Green Dolphin and Best Ugly often requesting his time.

"Maganda means a beginning of a long road of a story telling. I feel proud. There is definitely room to record more albums and contribute to musical knowledge in the ethno-musicological field." All good news, especially once the melodies and rhymes that pour from this young player touch you.

For gig updates, see
imazuzemusic



 

Cape Town online magazine about Ivan Mazuze and album Maganda

 

Cape Town Jazz Muso Ivan Mazuze Launches Debut Album 'Maganda' is the smooth, suave and soul-felt debut offering from this Cape Town jazz musician As with all aspiring musicians, at a young age, Mozambican Ivan Mazuze dreamt of the day when he would record and release his own music. We’re happy to tell you that that day has come, and Ivan’s debut album – Maganda – is smooth and sophisticated, and straight from the heart. "This CD is a reflection of my experiences throughout my career with different bands and musicians, as well as places I've lived and important events in my life. 

Moving to Cape Town and living here has played a major role in my career," Ivan told CapeTownMagazine.com. "The music on this album is diverse and a combination of different styles; it's difficult to label, but I'd say it's Afro funky groovy mellow music for different moments, times and places," he says. Right from the start this talented young man had a clear vision of what he had to do in order to succeed in the music industry. 

Ivan realized that educating himself and mastering his instrument was not enough, and while studying he set up his own production and publishing company to handle the administration and business side of his career. But, for this disciplined musician, the dream became a goal, the goal became part of his ambition, and he worked on his own compositions regularly. Ivan did not wait for record companies to offer him a deal. 

When he was ready (in 2008) he recorded his debut CD at Paris Studios in Fish Hoek, through his own company and with his own finances. The result is Maganda (Ivan’s traditional name) and this is without a doubt a collector’s item. When Mozambican Ivan Mazuze decided to make Cape Town his home in 2000, he already had a Diploma in Classical Music from the Maputo National Music School under his belt. He studied piano, clarinet and saxophone, with the clarinet as his first instrument. 

But, for this humble, dedicated and determined musician, this was far from enough. In 2002 Ivan obtained the Performers Diploma in music (jazz studies), and was awarded a distinction in jazz ensemble and jazz improvisation at the University of Cape Town (UCT). In 2005 he obtained a bachelor of music (Honours) in performance, awarded in the first class (distinction) at UCT. In 2006 he graduated with a Master’s degree in musicology at UCT. In 2007 Ivan Mazuze wrote an article about music and trance in ritual practices, for the educational magazine “The talking drum” released in December 2007 (number 28). 

Ivan continues writing more articles for different ethno-musicological journals. Ivan has performed, and continues to perform, with jazz legends like Jimmy Dludlu, Hotep Galeta, Judith Sephuma, Jonathan Butler, The Mike Campbell Big Band, Loading Zone and many others. "Being exposed to and working with great saxophonists such as Zim Qqawana, Robbie Jansen, Winston Mankunku, Khaya Mahlangu, Mike Rossi and Barnie Rachabane has greatly influenced my playing as a saxophonist," Ivan says. 

His new album features some of the top musician in the country: * Alvin Dyers - guitar * Lucas Khumalo – bass * Kevin Gibson – drums * Mark Fransman – piano * Camillo Lombard – piano * Andrew Lilley - keyboards * John Hassan – percussion * Tony Paco – percussion * Graham Beyer - trombone * Melanie Schultz - vocals * Nomfundo Xaluva – vocals * Hlulani Hlongwane – vocals * Heinrich Frans - vocals CapeTownMagazine.com is passionate about South African music and particularly music from Cape Town. In this country and in this city we are blessed with musicians who not only have spectacular musical talent, they also know how to communicate wise and colourful insights through their songs – whether via words or via rhythms. Ivan Mazuze is undoubtedly one of those people!

 

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Ivan Mazuze Quintet Live at Cosmopolite Scene

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Ivan Mazuze Quartet at Play Music Festival 2017